
Guia prático
Como recorrer de uma glosa de convênio passo a passo
O caminho completo do recurso de glosa, do momento em que o demonstrativo chega até o protocolo na operadora. Inclui o que...
Camada de recuperação de receita
A Deglosa lê o demonstrativo que a operadora manda, cruza cada linha com as guias TISS que a clínica enviou e mostra o que foi pago, o que foi pago a menor e o que virou glosa. Para cada item recusado ela monta o recurso com fundamentação e anexos, e controla o prazo até o protocolo.
Onde o dinheiro fica
O faturamento para convênio termina no envio do lote, mas o dinheiro só se resolve depois, no demonstrativo de análise de contas. É ali que a receita some, em silêncio, linha por linha.
O arquivo vem semanas depois do envio, com centenas de itens, códigos de glosa e valores pagos a menor misturados no mesmo bloco. Como a conferência é manual, a clínica só olha o total depositado e aceita a diferença como se fosse regra do jogo.
O prazo para recorrer está no contrato com a operadora e costuma ser curto, contado a partir da data do demonstrativo. Sem um controle por protocolo, a clínica descobre a glosa quando já não dá mais para contestar.
Recorrer não é reenviar a guia: cada código de glosa exige um argumento e um anexo diferente, seja a senha de autorização, o relatório do profissional ou a evolução assinada. Montar isso à mão para dezenas de itens consome o dia inteiro do faturista.
Autorização prévia esquecida, divergência de tabela, ausência de assinatura, procedimento fora da cobertura contratada: os motivos se repetem e ninguém mede quais são os campeões. Sem esse ranking, a clínica corrige um caso por vez e continua errando na origem.
Como funciona
A Deglosa não substitui o sistema de gestão que a clínica já usa para emitir a guia. Ela entra depois, na etapa em que hoje ninguém entra.
Você sobe o XML ou o PDF do demonstrativo de análise de contas do jeito que a operadora enviou. A Deglosa lê os itens, os valores apresentados, os valores pagos e os códigos de glosa de cada linha.
Cada linha do demonstrativo é comparada com a guia correspondente que saiu da clínica, por número de guia, beneficiário, data e código do procedimento. O que não bate aparece separado: glosa total, pagamento a menor e item que sumiu do retorno.
A glosa é classificada por código e por causa raiz, como falta de autorização prévia, divergência de tabela, ausência de assinatura ou procedimento não coberto. A tela mostra o valor em risco por motivo, por operadora e por profissional.
Para cada item recuperável a Deglosa gera o texto do recurso com a fundamentação daquele código e a lista de anexos que a operadora costuma exigir. Você revisa, protocola e acompanha o retorno com o prazo contratual na tela.
O que a ferramenta faz
Todo software de clínica emite a guia. Quase nenhum ajuda a recuperar o dinheiro depois que a operadora recusa.
A operadora manda o retorno em arquivo XML, em PDF ou nos dois formatos, e cada uma organiza a informação do seu jeito. A Deglosa lê os dois e transforma o retorno numa tabela conferível, com valor apresentado, valor pago e diferença por item.
Cada linha paga é amarrada à guia que saiu da clínica, por número, beneficiário, data de atendimento e código do procedimento. O que ficou órfão dos dois lados aparece numa lista à parte, para você não perder atendimento que nunca foi respondido.
Cada glosa recebe o código informado pela operadora e uma causa raiz em linguagem de clínica, do tipo falta de senha, divergência de tabela ou assinatura ausente. É essa tradução que permite agrupar, priorizar e resolver em bloco.
Para cada código a ferramenta sugere o texto do recurso, o argumento técnico e a lista de documentos que costumam ser exigidos como comprovação. Você edita o que for do caso da clínica e gera o arquivo pronto para protocolar.
Cada recurso enviado fica com data, número de protocolo e a data limite do contrato daquela operadora. O painel mostra o que vence nesta semana e o que já voltou, deferido ou mantido.
O relatório mostra quais códigos mais retêm dinheiro, em quais operadoras e em quais procedimentos. Com isso a clínica ajusta a recepção e a agenda para parar de gerar a glosa, em vez de viver recorrendo dela.
O que muda na clínica
A conta do convênio já é a maior parte do faturamento da clínica credenciada. O ganho está em fechar o ciclo entre o que foi enviado e o que foi realmente pago.
Em vez de olhar só o valor depositado, a clínica passa a ter a lista do que foi glosado, com valor e motivo por linha. A conversa com a operadora deixa de ser sobre percepção e passa a ser sobre itens identificados.
Hoje o conhecimento do recurso mora na cabeça do faturista ou da sócia que aprendeu no susto. Com o texto e os anexos padronizados por código, qualquer pessoa da recepção consegue montar e protocolar.
Os recursos aparecem organizados por data limite de cada operadora, com o que está por vencer no topo. Quem faz o faturamento passa a trabalhar por fila, sem depender de memória nem de planilha paralela.
Quando o ranking mostra que a maior parte do valor retido vem de autorização prévia e de divergência de tabela, o ajuste é na recepção e no cadastro, não no recurso. A glosa que não acontece vale mais do que a glosa recuperada.
O que sustenta o produto
A Deglosa está em acesso antecipado e não tem carteira de clínicas para apresentar. O que dá para colocar na mesa é a origem de cada regra usada na conferência e o compromisso com quem entrar agora.
O padrão TISS foi instituído pela Agência Nacional de Saúde Suplementar para uniformizar a troca eletrônica de informação entre prestadores e operadoras, incluindo as guias de atendimento e o retorno das contas. É sobre essa estrutura que a Deglosa faz a conferência, e não sobre um formato inventado por nós.
Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), padrão TISSO componente de conteúdo e estrutura do TISS prevê a guia de recurso de glosa, com identificação da guia original, do item contestado e da justificativa. A Deglosa preenche esse caminho em vez de sugerir um e-mail solto para a operadora.
Componente de Conteúdo e Estrutura do padrão TISS, ANSA lei tornou obrigatório o contrato escrito entre operadoras e prestadores de serviço, com previsão de prazos e critérios de reajuste. Por isso a ferramenta pede que você cadastre o prazo de recurso do seu contrato, em vez de aplicar um prazo nacional que não existe.
Lei 13.003/2014, que alterou a Lei 9.656/1998O conteúdo do blog e a biblioteca de códigos de glosa são assinados, com a fonte de cada regra em link e a data da consulta. Dado de saúde é dado pessoal sensível pela LGPD, então a conferência trabalha com número de guia, código e valor, e a clínica escolhe o que sobe para a ferramenta.
Lei 13.709/2018 (LGPD), artigo 5ºPlanos
Assinatura mensal, sem fidelidade e sem taxa de implantação. O volume é contado por guias conferidas no mês, que é o que realmente dá trabalho.
Para o consultório ou a clínica pequena que quer, antes de tudo, enxergar o que está sendo glosado.
R$197 por mês
Para a clínica credenciada que já fatura volume em uma operadora principal e precisa recorrer todo mês.
R$297 por mês
Para quem fatura para várias operadoras e tem um setor de faturamento com mais de uma pessoa.
R$397 por mês
Valores do acesso antecipado, congelados por doze meses para quem entrar agora, com cancelamento a qualquer momento e exportação de todas as conferências em planilha.
Dúvidas frequentes
Não. A Deglosa é uma camada em cima do que você já tem e trabalha com os arquivos que já circulam: o XML das guias enviadas e o demonstrativo que a operadora devolve. Você continua emitindo, agendando e faturando onde sempre fez. A ferramenta entra depois do envio, na conferência e no recurso.
A conferência é feita sobre o padrão TISS, que vale para toda a saúde suplementar, então o caminho é o mesmo em Unimed, Bradesco Saúde, SulAmérica, Amil e operadoras regionais. O que muda de uma para outra é o layout do demonstrativo e o prazo de recurso previsto no contrato, e isso é configurado por operadora dentro da ferramenta. Se a sua operadora só entrega PDF, a leitura também é feita nesse formato.
Não existe um prazo único nacional para o recurso de glosa: ele está no contrato assinado entre a clínica e cada operadora, e costuma ser contado a partir da data do demonstrativo. Por isso a Deglosa pede que você cadastre esse prazo por operadora logo na entrada. A partir daí cada recurso nasce com a data limite na tela, e o painel mostra o que vence primeiro.
Não, e ninguém pode garantir isso. O que a Deglosa faz é encontrar o item glosado, explicar o motivo, montar o recurso com a fundamentação e os anexos daquele código e não deixar o prazo vencer. A decisão continua sendo da auditoria da operadora, e a ferramenta registra o resultado de cada recurso para você saber quais argumentos têm passado.
Dado de saúde é dado pessoal sensível na Lei 13.709/2018, então a conferência foi desenhada para trabalhar com número de guia, código de procedimento, data e valor. Você decide o que sobe para a ferramenta e pode manter o prontuário inteiramente fora dela. Há registro de quem acessou o quê, exportação a qualquer momento e exclusão dos dados a pedido da clínica.
Serve para os três, porque o problema é o mesmo: guia enviada, demonstrativo recebido e diferença sem explicação. Em odontologia credenciada o trabalho costuma girar em torno de autorização prévia, documentação de imagem e procedimento por dente e face. Em fisioterapia a glosa aparece com mais frequência em quantidade de sessões, evolução e assinatura do paciente, e a ferramenta trata sessão como item conferível.
Da guia ao recebimento
Textos escritos para quem monta o lote, recebe o demonstrativo e precisa recuperar o que foi recusado.

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Comparativo
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Erros a evitar
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Acesso antecipado
Envie um demonstrativo já respondido pela operadora, mesmo de um mês antigo, e a gente devolve a conferência linha a linha com os motivos de glosa agrupados. Se fizer sentido para a clínica, você entra no acesso antecipado com o preço congelado.